Aporte foi de R$ 420,6 milhões em 870 obras em 2025; Investimento em três anos de gestão alcança R$ 1,1 bilhão
O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 420,6 milhões em 870 obras na rede estadual de ensino da capital e região metropolitana de São Paulo (RMSP) em 2025 e alcançou o maior número de escolas reformadas da década. Em quase três anos, a gestão soma R$ 1,1 bilhão em investimentos na capital e RMSP, valor 55,3% maior do que o empregado em duas gestões anteriores — 2015 a 2018 e 2019 a 2023. No total, são 1.808 obras nesta gestão.
Na região, os investimentos foram para a construção da Escola Estadual Cidade Júlia II e a substituição do prédio do Jardim São Bento III. Houve, ainda, reformas nas quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aulas, telhados e fachadas, além das adequações de acessibilidade e climatização das edificações escolares.
Sessenta e duas escolas estaduais da Capital e RMSP receberam obras para instalação de laboratórios para as aulas práticas de farmácia ou enfermagem do Ensino Médio Técnico. As unidades estão localizadas em Carapicuíba (3), Diadema, Embu das Artes (3), Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos (6), Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba (4), Mauá, Mogi das Cruzes (2), Santo André (4), São Bernardo do Campo (2), São Caetano do Sul, São Paulo (31) e Suzano.
A educação infantil dos municípios também contou com a entrega de duas unidades do Programa Creche Escola. Os espaços em Biritiba Mirim e Salesópolis ampliaram o acesso à educação e ofereceram mais segurança e tranquilidade para as famílias.
Na rede estadual de ensino, o acompanhamento das obras é de responsabilidade da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). Para o presidente da Fundação, Fabricio Moura Moreira, a sinergia entre a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) e a Fundação tem permitido que os investimentos sejam cada vez mais assertivos para a nossa rede de ensino. “Todo esse trabalho é realizado para que a performance educacional dos nossos estudantes seja cada vez melhor”, conclui.
Os estudantes Letícia Ferreira Cruz, do 9º ano do Ensino Fundamental, e Richard Rogger Joaquim Correa, do 1º ano Ensino Médio, são alunos da EE Cidade Júlia II, inaugurada no início do ano letivo e que recebeu investimento de R$ 18,1 milhões. Richard destacou o apoio da equipe gestora, o ambiente físico e a oportunidade de começar tudo do zero numa escola nova. “É um espaço enorme, muito amplo. Vimos que o muro era branco, meio apagado. Nos mobilizamos e reunimos os alunos que desenham e, agora, tem arte no muro. O primeiro ano dessa escola foi uma experiência incrível para mim”, conclui. Já Letícia relatou suas preferências: sala de leitura, pátio para brincar e tomar sol. “Poder ter várias atividades ao ar livre com esse espaço grande que a gente tem. Conseguimos fazer até um Clube de Horta, onde os alunos plantam. É divertido”. E falou de como é estudar numa escola em tempo integral: “A gente fica mais apegado com o estudo, a gente passa o dia todo aqui e consegue ter muito aprendizado”.
A construção do novo prédio beneficiou outros 1870 estudantes da EE Padre Tiago Alberione, escola vizinha. Com a inauguração da escola nova, a comunidade escolar recebeu uma quadra coberta nova para uso exclusivo. A aluna Sônia Maria Pacheco de Abreu, do 9º ano, contou que ter um espaço adequado potencializa a prática de esportes: “É muito bom poder fazer as atividades, colocar rede, tem o futebol para os meninos, o basquete… e tem banheiro e bebedouro também. Dá até uma motivação, né? A aula de educação física já é boa. com quadra, fica melhor ainda”. Além da aula de educação física, o espaço também é usado para a realização de atividades de convivência, como a festa junina e o campeonato interclasses.











